terça-feira, 15 de janeiro de 2019

A Favorita

               

                 Lá vamos nós para mais um Catarinense, este é o de número 45 para a Chapecoense e como sempre promete ser equilibrado nas duas partes da tabela, a de cima e a de baixo.

                  A Chapecoense é a favorita, não é zicar, não é garantir que o título vem, mas sim dizer o óbvio, o time para o Catarinense está entrosado e sobra. Logo em seguida vem o Avaí, que perdeu peças importantes e não contratou muito, mesmo assim deve incomodar(ou se incomodar, veremos), Criciúma que reforçou bem depois do fiasco na série B, e Figueirense(mais pela tradição do que pelo elenco. Este é o bloco considerado "de cima", abaixo o JEC puxa a fila, seguido de Brusque e Tubarão no mesmo patamar, Marcílio Dias, Hercílio e Metropolitano(estes 3 últimos fortes contra o rebaixamento..

                   Tradicionalmente um pequeno surpreende, os dois candidatos este ano devem ser Tubarão e Brusque usando a tradicional fórmula "3 pontos em casa e 1 fora".

                    A merreca para os clubes é a mesma de sempre, a transmissão vai ficar devendo e quem quiser ver os jogos do seu time vai ter que apelar para a internet e torcer para ser boa no dia do jogo.
       
                     Não podemos esquecer também a expectativa pela criatividade da taça que será entregue em 21 de abril para o campeão do Sicoobão 2019.

                     Sem mais delongas, acredito que teremos Chapecoense, Avaí, Figueirense e Criciúma fazendo as semis, daí, dizer que faz a final é puro chute.

                     Sob as bençãos de Condá! Pra cima deles Índio!!!!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Como será nosso 2019?

              Depois de um bom tempo afastado desta boa rotina que é escrever e opinar sobre o meu time de coração, resolvi que era hora de voltar. Confesso que ano passado, a vontade de escrever sobre a equipe que se apresentava variou do "larguei mão" para o "pelo amor de Deus".
   
             
                Foi um ano conturbado, a montagem do time foi complicada, ainda sobre a sombra dos processos que se avolumaram, a necessária contenção de despesas, sempre presente na nossa história, aliada à pouca inspiração fez com que o índice de acertos da diretoria responsável pela seleção dos nomes que chegaram fosse baixo.

                  Começamos o ano perdendo a final do Catarinense em casa, jogadores pouco inspirados, um frango colossal do nosso ex-goleiro, que mal sabíamos ainda iria nos fazer sofrer muito, e vimos o Figueirense com um time bem meia-boca calar a nossa.

                   Na sequência não fizemos melhor, Libertadores, duas derrotas, ainda tivemos a desculpa de enfrentar um grande do continente, mas foi só isto mesmo. Copa do Brasil, um sopro de esperança ao eliminarmos o Atlético/MG nos pênaltis, pensamos "será que esta será nossa surpresa este ano?", não foi, perdemos na sequencia para um "cambaleante" e instável Corinthians, duas vezes e fomos eliminados.

                    Nos restava o Brasileiro e como sofremos, contas e mais contas a cada rodada, um olho na Chape e outro nos adversários da parte de baixo da tabela, o Z4 nunca havia sido tão presente na nossa história de série A, a toalha foi jogada e juntada diversas vezes. Ficou tudo para a rodada final e mais uma vez escapamos.

                    O ano novo que se apresenta, não vai ser muito diferente em termos de equipe, poucas contratações e manutenção da espinha dorsal do ano anterior. Vamos ter que torcer muito para que os que chegarem, sob o comando do Claudinei, consigam endireitar esta espinha.